Personagens

Os personagens citados aqui são os personagens recorrentes ao redor dos quais gira a trama principal da série. As descrições desta página servem para trazer coesão às suas aparições e para que você possa conhecê-los melhor, mas você não precisa se limitar a esses personagens quando escrever seu conto. Deixe a imaginação fluir e crie o que precisar.

HOWARD KOONTZ
“Um dos proprietários do hotel. Um homem grisalho, de força e vigor surpreendentes, aumentados pela sua proximidade com as forças ancestrais que vivem no hotel. Sua busca por vida eterna está quase concluída, mas antes precisa lidar com algumas pontas soltas. Com seu irmão de volta do inferno de um lado e a própria morte o enfrentando do outro, Howard sabe que se quiser fazer algo direito, é melhor fazer com as próprias mãos. A hora de sutileza já passou, e ele estará disposto aos mais terríveis atos para garantir que seu longo plano enfim se concretize. E com agilidade, pois um grande fluxo de hóspedes está chegando.”
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Visão Púrpura, página 25
  • Propostas e consequências, página 49
  • Ossos do além, página 317
  • Sedução, página 325
  • Sutura, página 399
  • Lágrimas da loucura, página 429
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Luxo e elegância de um mal antigo, página 3
  • Alicerces, página 13
  • O último olhar, página 31
  • Almas negras, página 77
  • Hitobashira, página 143

 

ALAN STRAUB
Um dos proprietários do hotel. Mais carismático do que Howard, seu semblante parece a cada dia mais jovem. Sua fala macia e sorriso fácil escondem um sadismo insaciável, alimentado em esconderijos espalhados nos cantos mais inesperados do hotel.

Esses esconderijos não são simplesmente áreas de recreação doentia para Alan Straub. Com a expansão do hotel veio também uma nova função para o sorridente proprietário. Enquanto Koontz se afasta cada vez mais dos olhares do povo, Straub está cada vez mais presente; cada vez em mais lugares. Agora, como uma espécie de guardião, seus quartos de tortura guardam segredos terríveis, que desafiam a própria descrição. Segredos que são a chave para o aparecimento de pessoas do mundo todo no King Edgar Plaza.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Visão Púrpura, página 25
  • Propostas e consequências, página 49
  • Um novo corte de cabelo, página 141
  • O casal, página 237
  • Lágrimas da loucura, página 429
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Luxo e elegância de um mal antigo, página 3
  • O último olhar, página 31
  • Almas negras, página 77
  • Espelho das almas, página 115
  • A pulseira de Michele, página 151
  • Nenhuma a menos, página 225
  • Os Rodrigues, página 297
  • Akumanokagami, página 337

 

ALFRED BARKER
Ninguém poderia descrever como é o britânico Alfred Barker, CEO da GYO. O dinheiro sempre falou mais alto do que a curiosidade. Comunicando-se exclusivamente por mensagens de voz, o filantropo se mantém no completo anonimato. Seus investimentos vão desde as causas mais nobres aos terrores mais asquerosos.

Com a morte de seu funcionário de alto-escalão, Junji Takami, Barker decidiu entrar em contato com os proprietários do hotel antes que seus diretores cortassem as relações. Ele sabia de tudo: da pedra, dos sacrifícios, da explosão. Verdades sepultadas saíram da boca daquele homem, inclusive sobre Phillip Koontz. Não foi surpresa para Howard e Alan quando a proposta caridosa de revitalizar o hotel e as relações mostrou sua verdadeira face.

O King Edgar Palace era tudo que o sr. Barker precisava. Seus planos se encaixavam perfeitamente com aquele lugar, com aquele Mal. Mas ele sabia que o solo maldito sobre o qual fora construído o hotel precisava de mais sangue, mais sacrifício, mais almas. Não foi com nem um pingo de preocupação que movimentou todo recurso necessário para franquiar hotéis no mundo todo, nem ligá-los através de planos extraterrenos ao hotel de São Paulo. A partir de então, era simplesmente questão de tempo.

Agora, sua própria equipe cuida de tudo do hotel, substituindo a equipe de Junji Takami em todos os aspectos. Recepção, segurança, limpeza e gastronomia, todos funcionários bem-treinados e atenciosos. Todos pobres almas condenadas, compactuadas com Barker, espiritualmente sensitivos. Todos impregnados com o contato com magia negra e conhecimentos proibidos. Alguns farão qualquer coisa por mais poder. Outros farão tudo que puderem para se livrarem dos dons que foram forçados em suas vidas.

Com Alfred Barker chegou também um mar de avanços para o hotel. Infelizmente, junto à sua direção, uma nova encarnação do mal passou a percorrer os corredores do King Edgar Plaza.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores

 

MARIA LEVIN
A nova gerente do King Edgar Plaza é uma jovem prodigiosa, pouco acima dos vinte anos. Escolha pessoal do Sr. Alfred Barker, Maria Levin é obcecada pelo bem estar dos hóspedes do hotel. Para alguns menos fortuitos, o conceito de bem-estar depende exclusivamente da jovem Maria, que não permitirá que nada saia da ordem esperada.Ela carrega em segredo uma mancha em seu corpo, cuja origem é o motivo de sua associação com Alfred Barker. Hoje, ela gosta de sua nova posição. Ela gosta de ver tudo se encaixar como uma jogada bem-planejada de xadrez, seu passatempo preferido.  Maria gosta de agradar o Mal, e gosta de tudo que ganha em troca. Hoje, ela não quer voltar para a vida que tivera antes.

Maria Levin, por baixo de todo o exterior afável e prestativo, é uma predadora. Quando um hóspede cai em suas graças, ela determinará seu destino e não deixará nada impedir a perfeição de seus atos. Em nenhuma cidade do mundo, ninguém está a salvo de sua agenda. Às vezes, o Mal que habita o hotel escolhe quem deseja como sacrifício. Na maioria das vezes, Maria Levin é quem escolhe para ele. E pobre da alma que for escolhida por ela.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores

 

A COISA
Com a chegada da nova administração, algumas pobres vidas ceifadas viram uma aparição, um demônio, uma… coisa. Ninguém pôde descrevê-la com suas próprias palavras, pois ninguém escapou da morte após vê-la. Mortes indescritíveis, algumas misteriosas, outras pelas próprias mãos.

A coisa que às vezes pode ser vista nos corredores do King Edgar Plaza desafia a descrição. Tem o vago formato um ser humano, mas muito alta, como se deformada e esticada até quase chegar no teto. Carrega em seu pescoço um cofre enferrujado, pendurado por uma corrente de elos enegrecida pelo tempo. A silhueta da monstruosidade é ocultada por um manto de trapos e seu rosto é completamente escurecido pelo capuz. Cada um que olha lá dentro vê uma coisa diferente, mas todos que olham estão igualmente condenados.

Às vezes a coisa se limita a estar parada, meio etérea, observando. Ela não parece ter respeito nenhum pelas leis da física de nosso mundo, pois apesar de se deslocar muito devagar, sempre parece conseguir aparecer na frente da vítima.

Às vezes pode ser vista deslocando-se a esmo, seguida pelo tintinar da corrente e do cofre, dentro do qual ninguém sabe o que há.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Não foi mencionado em nenhum dos livros anteriores

 

PHILLIP KOONTZ
Desde que voltou do inferno, Phillip vive como morador de rua nos arredores do King Edgar Plaza. Sempre com uma pequena boneca de pano com olhos de botões de prata. Apenas à noite pode-se notar que está sempre acompanhado por uma menina aos frangalhos. Nos primeiros dias de seu retorno, ninguém poderia diferenciá-lo de um louco qualquer na rua, tentando impedir algumas pessoas de entrarem no hotel. Logo, ele percebeu que teria que encontrar outro jeito de enfrentar seu irmão.

A curta e terrível estadia nos domínios da morte fez com que descobrisse descobrir seu papel naquilo tudo. Phillip fora usado como apenas uma peça por Howard em busca da vida eterna e de poder. Não mais. Agora ele é o único capaz de pôr um fim nas desilusões de grandeza de seu irmão. Mas Phillip esteve no inferno, e o inferno corrompe. Agora, Phillip luta incansavelmente contra si mesmo. Alguns diriam que para enfrentar a aberração que a alma de seu irmão se tornou e retorná-lo ao ciclo natural da vida. Outros, diriam que seu real desejo é englobar tudo num manto de morte.

Agora, perseguido por Howard e pela própria morte, Phillip precisará usar toda a sua recém-adquirida sagacidade se quiser encontrar os meios de matar seu irmão imortal. Para isso precisará de mais poder, e poder requer sangue.  Ele terá que sujar as mãos como seu irmão faz, lutando contra o prazer de fazê-lo.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Visão Púrpura, página 25
  • Propostas e consequências, página 049
  • Sedução, página 325
  • Verdadeiro ou falso, página 369
  • Sutura, página 399
  • Lágrimas da loucura, página 429
  • O último dos infernos, página 499
  • Escombros, página 507
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Luxo e elegância de um mal antigo, página 3
  • Alicerces, página 13
  • A derrocada de Ingrid Peterson, página 315
  • Akumanokagami, página página 337

 

O HOMEM DE ROXO
Assim é chamado pelo seu excêntrico sobretudo roxo, mas tem muitos nomes. Ele não queria ter se envolvido nessa história toda, mas ao ver do que esses humanos são capazes, decidiu que encontraria um jeito de encerrar essa loucura de uma vez por todas. Ele tem olhos negros como ônix, é alto e corpulento, e ostenta longos cabelos negros. Sua voz é tão marcante quanto as vestes roxas, ríspida e calejada como se por séculos de cigarro e uísque barato.O Homem de Roxo viu a antiga gerente do hotel, Ingrid Petterson, ser capaz de aprisionar e drenar aquela que era a morte, uma velha conhecida. Tal poder jamais deveria ter caído nas mãos dos humanos. Ele conseguiu enfrentar e derrotar a arrogante Ingrid, e deu a ela um fim que traria calafrios ao próprio Diabo. Mas agora que se tornou a nova Morte, o Homem de Roxo sabe que também pode ser derrotado.

Howard, Phillip, Alan, e esse tal de Alfred. Eles já passaram de seu prazo na face da Terra, corrompendo a ordem que sempre existiu e precisa sempre existir. Eles não podem vencer.

Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Hotel
  • Onde alguém vem me encontrar, página 405
Apareceu nos seguintes contos do King Edgar Palace
  • Cortesia da casa, página 127
  • A derrocada de Ingrid Peterson, página 315